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01/07/2024 às 11h09min - Atualizada em 07/06/2024 às 11h51min

Os animais mais uma vez provam que são os melhores amigos e até mais que isso para nós humanos

Ciências, biologia e etopologia: o que essas nomenclaturas podem dizer do nosso afeto pelos animais

Marina Magalhães Prizan - revisado por Anna Sá
Foto:(Vermelho) Pintura Pré Histórica


Em Porto Alegre, barcos foram utilizados para transportar pessoas e animais que residem na região das ilhas

Em Porto Alegre, barcos foram utilizados para transportar pessoas e animais que residem na região das ilhas

A tragédia do Rio grande do Sul  nos fez pesquisar uma coisa que  até então não tínhamos  pensado antes, ou não tínhamos o interesse a pesquisar que seria o histórico dos animais domesticados com os humanos, até chegar no tipo de amor por eles que conhecemos hoje. 

Lá nas cidades e municípios gaúchos, durante os resgates, muitas famílias se recusaram a deixar suas casas, senão levassem seus bichinhos junto, e isso comoveu um país inteiro.

Gaúchos deram aula de empatia. Assim os bichinhos que ficaram em seus lares, e sem seus tutores, também tiveram a chance de ter mais longos dias de vida apesar dessa tragédia. Foi então que pensaram em todo um coletivo. Voluntários se mobilizaram para promover uma equipe de resgate para bichos. Ninguém ficou para trás, nem humanos nem animais.

 

Mas e daí? O que a história diz sobre a evolução deste convívio e mudança de tratamento entre os bichos e tutores?

 

Bom, no contexto histórico, a relação com os animais vem desde a pré-história, onde um dia eles passaram a ser caça, e no outro passaram a ser protetores dos seus humanos.

 

Essa mudança de "identidade" se deve é um processo chamado domesticação. 

 

Pode não parecer, mas antes acreditava-se que os animais não tinham sentimentos e alguns até (comprovadamente cientificamente), não são racionais como nós, o que pelo olhar de 2024, chega até ser estranho. 

 

A domesticação foi um processo de barganha, e uma espécie de inteligência de sobrevivência por parte de quem era considerado selvagem e perigoso.

 

Os nossos ancestrais pré-históricos observavam ainda mais o mundo ao seu redor  naquela época evolutiva.

 

 

(Acredite ou não é o que uma espécie de estudo contribui para que nós saíbamos.para que possamos saber sobre o comportamento das diversas espécies do planeta, é preciso saber o estudo da entologia.)


(A entologia surgiu com o objetivo de estudar os comportamentos inatos das diversas espécies em ambiente natural).

 

E, apartir dessa estratégia entre ambas as partes, a estratégia de convivência pelo bem maior, quando se chega no entendimento da relação entre  o 'nós' com os bichos, começamos a fazer do limão uma limonada, propondo a esse grupo receoso o seguinte:

"Já que você entende de territórios, e queremos começar a aprender sobre como sobreviver ainda mais, te dou um lugar para ficar  e você me dá proteção...  E,se você sentir fome, compartilho o que eu tenho aqui, o que você acha da minha ideia?"

 

Como é assustador e maravilhoso o processo de ser e se entender o humano racional, vendo como podemos reagir a algo que não temos controle. Isso é bem louco, não acham?


Culturalmente, adotamos isso até hoje.

E este processo não parou não. Espécies misteriosamente aparecem em pinturas do histórico evolutivo. 

Muitas décadas depois o nosso desenvolvimento evolutivo se deve muito ao convívio entre as diferenças, e o que aproveitamos dessa oportunidade.

Contextualizando ainda mais a fundo,  queremos que, quem estiver lendo esta análise histórica cultural, tenha o entendimento de que, além de sermos pessoas capazes de garantir nossa sobrevivência através de nós mesmos, e nosso grupo social, passamos a depender também dos animais, obtendo certas ferramentas através deles. 

 

Ferramentas estas que são essenciais para nossa sobrevivência e conforto. 

 E dos animais, a dependência, (além da carne), passamos a extrair o que tinham de benefício.

Nas palavras de Bernard e Demaret, estudiosos do termo entologia (1996), colocam que no passado, cães e gatos primordial e especificamente eram mantidos para desempenharem funções práticas.

Gatos caçavam ratos; cães caçavam ou rastreavam a caça, até participavam de guerras protegendo as tropas, serviam como guardas, puxavam trenós ou aranhas (espécie de charrete), proporcionavam calor,  etc. Segundo a história não havia esse elo como nos dias de hoje, tanto é que no século XVII, (século dezessete) quando os cães de guarda e de pastoreio chegavam a uma idade avançada, que já os impedia de desempenharem de forma satisfatória suas funções, eram sacrificados por enforcamento ou afogamento. Esses animais eram sacrificados porque o ser humano ainda não tinha desenvolvido por eles uma consideração. (Fonte: https://www.sosanimal.com.br/informativo/exibir/?id=89)

 

Mas o que é histórico mais dia menos dia prova seu valor.

E com esse aproveitamento, dispensado sobre funções automáticas, nas fazendas, quem era aquele suporte para o dia a dia, ficava do lado de fora. E na cidade nossas companhias passaram a devagar querer espaço nos cômodos da casa.

Daí vimos que é conforto ter individualismo, mas também é conforto estar junto com aqueles que só nos dão afeto.

Certo comportamento, não importa que tipo de animal você tenha, ou você ver pela TV, parece que, com processo da pré-história, até eles evoluiram como espécie, como bichos.

 Obviamente, os que são selvagens, "são domesticados",  mas só durante o período que se classificam como filhotes.pois precisam ser cuidados pelos nossos, se não estão no ambiente em que se é inserido e criado pelas suas próprias famílias.

 

Mas ainda assim é curioso o próprio convívio familiar, toda espécie costuma perceber seu comportamento afetivo. Toda espécie tem seu senso biológico, através do instinto sobre o que fazer o com filho, ou com a fêmea, onde, o macho, é responsável por boa parte da responsabilidade de acasalamento.

    

Inexplicável essa terra. 

 E a ciência adora estudar o comportamento do meio ambiente e dos animais.

A relação de afeto e sentimentos são estudadas, se obtendo respostas ou contra respostas, sendo transformadas em artigos como esse. 

Hoje animais também tem seu valor como não uso de seus corpos para testes de remédio e testes físicos.

Cientificamente estamos evoluindo tanto quanto a percepção de contato com espécies e o que fazer para preservar o ecossistema. 

Que tenhamos consciência. que sejamos ainda mais gaúchos, sulistas como dizem, e que possamos proteger as nossas criaturinhas independente da onde vivem. 

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