17/04/2019 às 14h52min - Atualizada em 17/04/2019 às 14h52min

Apesar de dificuldades, Bia Haddad vê bons resultados no WTA de Bogotá

Tenista brasileira sobe 41 posições e pretende voltar ao top 100 do ranking

Lúcia Oliveira - Editado por Amanda Cruz
Divulgação/WTA de Bogotá

No último domingo, (14), a tenista brasileira Bia Haddad esteve em Bogotá, Colômbia, para tentar disputar mais uma final de nível Women’s Tennis Association, mais conhecida como WTA, de sua carreira. No meio do caminho, ela encontrou a Amanda Anisimova e, por um set de diferença, a atleta americana de apenas 17 anos desbancou a representante brasileira na semifinal da competição com parciais de 2/6, 7/6 (7-2) e 6/2 em 2h40 

Foto: Getty Imagens

Foto: Getty Imagens


Divulgação/WTA de Bogotá 

Apesar do resultado, Bia não está totalmente descontente com sua atuação na segunda semifinal de WTA da sua vida. Na última temporada, a atleta conviveu com muitas lesões que atrapalharam seu desempenho no tênis e por isso, sua posição no ranking caiu consideravelmente, fato que obrigou a brasileira a disputar competições menores e qualifyings de WTA. Já na temporada atual, a tenista conseguiu subir nada mais, nada menos que 41 posições no ranking, saindo de 165º chegando ao 124º lugar, por isso, ela volta a desejar estar no top 100 do ranking entre as mulheres.  

Entretanto, para conseguir uma vaga direta no Roland Garros, Bia ainda precisará disputar a etapa classificatória do Grand Slam, que acontecerá entre 26 de maio a 9 de junho, em Paris, França, já que seu resultado em Bogotá não a favoreceu nesse aspecto. 

“Apesar da derrota hoje, fiz uma boa semana aqui em Bogotá, com uma boa sequência de jogos. Não foi do jeito que eu esperava, mas bola pra frente, vou seguir trabalhando”, disse a atleta em entrevista após a partida. 

Com apenas 22 anos, Bia Haddad é a líder entre as brasileiras na categoria feminina do tênis mundial. Em 2017, ela era a 58º melhor do mundo no ranking da WTA. A atleta, na categoria juvenil, já foi duas vezes vice-campeã de duplas do Torneio de Roland Garros, semifinalista em Wimbledon, além de já ter alcançado o 15º lugar no ranking da Federal Internacional de Tênis (ITF), o qual considera o desempenho de atletas de ambos os sexos. 



 


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