26/03/2021 às 09h10min - Atualizada em 26/03/2021 às 09h07min

Tinder vai permitir a checagem de antecedentes criminais dos parceiros

Decisão ainda é restrita aos Estados Unidos

Thiago Oliveira - Editado por Manoel Paulo
The Verge
Uol
Tinder deve implantar nas próximas atualizações um recurso que permitirá os usuários checar os antecedentes criminais dos parceiros. O objetivo dessa ferramenta é dar mais segurança aos usuários, ainda este ano essa opção estará funcionando nos EUA. 
 
A iniciativa é um investimento da Match Group, criadora do aplicativo na Garbo, organização sem fins lucrativos voltada para o fornecimento de informações de abuso e violência contra as mulheres. 
 
Com isso, outros aplicativos de relacionamento da Match Group que funcionam nos EUA devem receber a mesma função nos próximos meses, assim que começar a funcionar no Tinder. 
 
Não foi informado quanto custará a ativação desse serviço, mas já se sabe que ela não será gratuita. A intenção das duas empresas é que seja acessível para todos, mas não foi informado se a contratação da checagem será de forma individual ou através dos planos Gold ou Plus. 

Para checar os antecedentes o usuário precisará fornecer apenas o número de telefone e o nome completo do pretendente. Com essas informações o site da Garbo informará se o pretendente tem acusações, condenações, prisões, ordens de restrição, acusação de crimes violentos ou assedio. 

Alguns crimes ou incidentes ficam de fora da pesquisa, é o caso de porte de drogas por exemplo que, segundo a plataforma, tem uma maior incidência de pessoas negras presas em comparação a pessoas brancas. Ainda segundo a empresa esse tipo de acusação não influencia nos crimes de gênero.
 
O processo para a verificação dos registros criminais funcionará com uma varredura do Garbo por todas as plataformas públicas de informação da polícia dos EUA. 
 
A preocupação com a privacidade dos usuários é uma questão importante com essa checagem, e quanto a isso a plataforma afirma que as informações liberadas são de órgãos público. 
 
 

Link
Tags »
Notícias Relacionadas »
Comentários »