31/10/2021 às 18h18min - Atualizada em 31/10/2021 às 18h58min

Free Guy: Assumindo o Controle | Resenha

Raila Costa - Editado por Fernanda Simplicio
Fonte: Disney

Lançado no Brasil em agosto  deste ano, Free Guy: Assumindo o Controle, teve uma excelente bilheteria, arrecadou cerca  de 1,5 bilhão de reais nas bilheterias do mundo.  Tendo assim um grande sucesso, além de cair no gosto dos críticos e do público de maneira geral, que é apaixonado por  esse mundo gamer.

 

Ryan Reynolds (ator de Deadpool), interpreta o papel de Guy, um personagem não jogável, conhecido com NPC  (non-player character). Porém o que o torna interessante é a sua procura incessante pelo amor, ao  se deparar com a Molotov Gril, tem sentimento despertado dentro de si. Guy começa a ter atitudes diferentes do que seria programada pelo jogo, no entanto, ninguém do jogo tem a noção que vive em uma realidade virtual.

 

Mas somente depois de  roubar os óculos de um dos personagem do jogo, ele passa de personagem coadjuvante a principal. Este objeto lhe dá o poder de ter a mesma visão dos jogadores. Porém diferentemente dos outros avatares, o  Guy não é controlado por ninguém, ele age da maneira que entende por mais correta, mantendo a sua pinta de bom rapaz. Com o passar do tempo, ele vai tendo atitudes mais ousadas e ganhando popularidade e interesse pela pessoa do mundo real, que acompanha a sua vida.

 

A proporção da fama que ele vai alcançando, não agrada de nenhuma maneira o dono da empresa de jogos, que irá lançar uma nova versão. Em contrapartida  a fama desse personagem pode fazer com que a venda do lançamento não tenha adesão, desse modo o lucro é baixo. Além disso, as características de bom moço que são agregadas a Guy, não se encaixa no padrão do  jogo violento que é proposto pela sua franquia.

 

Ruy Reynolds, consegue uma ótima interpretação, como um personagem carismático que garante o humor, diversão, além de pitadas de ironia, conduzindo assim uma narrativa agradável que prende o telespectador até o fim.  Os elementos gráficos de composição garantem  mais vivacidade ao que está sendo proposto, tanto para a narrativa da vida “real”, como também os efeitos visuais característicos dos games. 
 

O filme também apresenta easter egg, como  por exemplo o escudo do Capitão América, o braço do Hulk  quando lutava contra um versão “má” de si, surpreendendo até mesmo o próprio Capitão América que acompanha a luta no mundo real. Outra referência utilizada no filme é o filme o show de Truman, já que os dois levam uma vida manipulada. Além disso, a fronteira do mundo falso de ambos filmes é exatamente no mar. Desse modo, a narrativa é perfeita para amantes da cultura pop, que vale a pena conferir.




 

REFERÊNCIAS:

EI NERD. 19 referências e easter eggs em Free guy. Youtube, ago. de 2021. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=tGDnKkXoCTw>. Acesso em 29 de out. de 2021.

Free Guy: Filme de Ryan Reynolds 'supera' pandemia e bate marca importante. Uol, 21 de set. de 2021. Disponível em: <https://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/filmes-na-tv/free-guy-filme-de-ryan-reynolds-supera-pandemia-e-bate-marca-importante-65941>. Acesso em:  29 de out. de 2021.

PEREIRA, Eduardo. Free Guy é presente para fãs de games e um dos filmes mais divertidos do ano. Omelete, 17 de ago. de 2021. Disponível em: <https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/free-guy-assumindo-o-controle-critica>.  Acesso em: 30 de set. de 2021.


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