11/05/2020 às 16h54min - Atualizada em 11/05/2020 às 16h54min

"Marielle, o documentário" apresenta materiais inéditos sobre a investigação

Após um mês de lançamento, a série divide opiniões e o crime segue com uma incógnita.

Lunna Rocha - Editado por Alinne Morais
Foto: reprodução/internet
Lançado no dia 13 de março, “Marielle, o documentário” tem dividido opiniões entre seus espectadores. A minissérie apresenta, ao longo de seus 6 capítulos, a trajetória de apuração jornalística e investigação policial acerca do duplo homicídio da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes.

Conhecida por seu ativismo em causas feministas, LGBT's e direitos humanos, a vereadora foi morta a tiros no dia 14 de março de 2018, na região central do Rio de Janeiro. Até hoje, não se tem conhecimento sobre quem seria o mandante do crime.



Sem dúvidas o tom de imparcialidade com que o documentário foi produzido foi um dos fatores que agradou a quem o assistiu. As entrevistas com profissionais que participaram da cobertura do caso em 2018 juntamente aos depoimentos das autoridades responsáveis pela investigação, mostram o quão minuciosa foi a colheita de fatos para a produção da obra.


Aos olhos do público, a minissérie também acertou ao representar o caso como um atentado à democracia, visto que a vereadora havia sido eleita por voto popular. A carga emocional transmitida tanto pela trilha sonora, quanto pelos depoimentos e imagens mostrando o íntimo da vida de Marielle, não agradou a todos. Muitos internautas classificaram essa abordagem como apelativa e forçada, para que o espectador enxergue somente um lado.

“Marielle, o documentário” foi produzido pela equipe de jornalismo da Rede Globo e está disponível na plataforma de streaming Globo Play para assinantes, sendo o primeiro episódio liberado gratuitamente para qualquer pessoa.
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