16/08/2019 às 11h40min - Atualizada em 16/08/2019 às 11h40min

Budapeste, de Chico Buarque, grande vencedor do Prêmio Camões 2019

Talyta Brito - Editado por Socorro Moura
Imagens: divulgação.
É possível constatar em uma volta rápida em qualquer livraria ou biblioteca brasileira que os autores estrangeiros ocupam maior espaço nas estantes. A vitória de mais um livro nacional no Prêmio Camões - premiação mais importante da língua portuguesa - reforça a qualidade da nossa literatura e a necessidade eminente de sua propagação. Criado em 1998, o prêmio tem por finalidade condecorar uma obra que tenha colaborado para "o enriquecimento do patrimônio literário e cultural de nossa língua comum”. Dentre os vencedores do prêmio ao longo dos anos podemos destacar: José Craveirinha (1991), Hélia Correia (2015).
 
Em 2019, Budapeste foi o grande vencedor. Escrito pelo músico e dramaturgo Chico Buarque – um dos principais nomes da música popular brasileira (MPB) - o livro traz a história de José Costa. O homem - é morador do Rio de Janeiro e ganha a vida como ghost-write( escritor fantasma) - convive com o dilema de que alguém descubra que os textos publicados nos jornais por autoridades são na verdade de sua autoria. Em um dos encontros promovidos por escritores fantasmas seu avião se desvia e acaba parando em Budapeste – capital da Hungria. A partir de então, sua vida dará muitas reviravoltas. 
Vale salientar que, outros escritores brasileiros já receberam a premiação, como os baianos Jorge Amado e João Ubaldo.

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