26/06/2019 às 14h27min - Atualizada em 26/06/2019 às 14h27min

Sua saúde mental importa

Andressa Schmidt - Editado por Millena Brito
Pixabay
Às vezes, ou até mais vezes do que possamos perceber, chega a um determinado momento da nossa vida que tudo parece confuso e sem sentido. Aquela sensação de cansaço em que temos a sensação de ser eterno. Dá vontade de desistir de tudo o que nós estamos fazendo. E eu me senti assim muitas vezes durante esse primeiro semestre do ano, por conta de diversos motivos. Porém, depois de muito refletir, percebi que para nos sentirmos melhor com nós mesmos, o mais importante é que cuidemos de nossa saúde mental.
 
Parece até clichê falar disso, mas não é, pelo contrário, é assunto ainda muito necessário que precisa ser dito. Todos precisam tirar um tempo de descanso para esvaziar a cabeça e não ficar louco com todas as informações que recebemos no dia a dia. Uma das coisas que me ajuda a ter esse momento de paz é a leitura. E a música também. Ler um livro, ou simplesmente colocar meus fones de ouvido, são ações que tendem a fazer minha mente entrar em outra dimensão e, por um momento mesmo que pequeno, esquecer o que possivelmente estava me fazendo mal. Um hobby sempre é uma das melhores maneiras de distração da mente.
 
A verdade é que precisamos nos manter serenos, e até possivelmente procurar a ajuda de um profissional qualificado em cuidar de nosso psicológico, para não acabar surtando como a Carminha da novela “Avenida Brasil” e sair gritando “INFEEERNO” no meio da rua. Pois é, a personagem é um bom exemplo de uma pessoa que enlouquece de uma hora para outra, simplesmente por não suportar mais nada. Tirar um tempo para cuidar de si mesmo é ótimo. Apenas ficar deitada embaixo de duas cobertas assistindo a uma boa comédia romântica, ou maratonando uma série viciante, também é muito válido.
 
Procurar por terapia é uma coisa que as pessoas ainda têm medo de fazer pelo julgamento que possam acabar recebendo, mas nada é melhor do que buscar ajudar efetivamente, se sozinho você não consegue seguir em frente. Só estamos quando estamos bem nós mesmos é que podemos estar bem com o mundo exterior, ou você corre o risco de parecer um cavalo desgovernado em um estábulo que sai distribuindo coices e patadas em quem cruzar seu caminho, até quem esteja falando um simples “olá”.  

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