19/08/2019 às 17h24min - Atualizada em 19/08/2019 às 17h24min

Conheça o Contactless, o sistema de pagamentos de cartões por aproximação

A ação está sendo inserida aos poucos pelos bancos Fintech, Original, Nubank e Neon desde o final de 2018.

Cíntia Macêdo - Edição: Manoel Paulo
Divulgação

Imagina fazer pagamentos sem gastar tempo? Isto já está sendo aplicado no país desde o final de 2018 com o sistema de pagamentos criptografados, conhecidos como Contactless.

A nova tecnologia Contactless permite fazer pagamentos de baixos valores de forma segura e rápida apenas com o toque do cartão em maquininhas de estabelecimento sem ser necessário inserir a senha. 

Segurança criptografada

Os cartões Contactless possuem um chip que pode ser lido pelas máquinas que possuem o símbolo da tecnologia NFC (Near Field Communication). Ao fazer uma compra por aproximação, o nome do produto e valor a ser pago então aparecerá na tela do smartphone ligado aos aplicativos Samsung Pay, Apple Pay ou Samsung Pay. Caso seja aprovado pelo cliente, o valor será debitado em poucos segundos.

A cada pagamento efetuado com o sistema Contactless, é utilizada a tecnologia de criptografia que muda a cada transação feita, reforçando a segurança e a proteção de dados do cartão do usuário.

Outro motivo para o aumento da segurança de dados bancários dos usuários é o novo visual implementado pelos bancos. Para o diretor de marketing do banco fintech Neon, Alexandre Alvares: “ O cartão com a tecnologia de pagamento por aproximação é mais conveniente e seguro para os consumidores, pois já vem no novo padrão da Visa, com os números impressos no verso”.

Em dados divulgados pela empresa financeira Visa, no Brasil, 80% das máquinas de pagamento (POSs) no varejo estão habilitadas com essa tecnologia inovadora. A rapidez na hora de comprar e pagar os produtos além da facilidade do uso foram os principais motivos para o impulsionamento de pagamento por Contactless na Europa, que consta 40% das transações já são feitas dessa maneira. Já no Brasil, o crescimento foi de 344% nos últimos dois anos.


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