24/06/2020 às 09h56min - Atualizada em 24/06/2020 às 09h50min

Polêmicas shakesperianas

Diversas são as polêmicas que circundam a vida do maior dramaturgo da história

Talyta Brito - Editado por Bruna Araújo
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Venerado por uns, contestado por outros. Esse era William Shakespeare, o maior dramaturgo da história. Natural de Stratford – upon – Avon, condado de Warwick, na Inglaterra, ficou popularmente conhecido como Bardo do Avon. Estima-se que ele tenha escrito cerca de 38 peças e 154 sonetos -  tipo de poema compostos por 14 versos. Sua produção é datada do século XIX, todavia suas obras continuam sendo lidas e adaptadas para o cinema. Mesmo com tanto prestígio no cenário mundial, inúmeras são as polêmicas que circundam a sua vida.
 
Autenticidade de sua obra

Devido a linguagem erudita empregada nos textos, há quem duvide que alguém sem nível superior possa ter tamanho domínio da norma culta. Embora não se tenha tantos registros da vida do dramaturgo, estudos presumem que ele tenha frequentado a escola até dos 12 anos.
 
Interpretava seus próprios personagens  

Além de escritor ele também atuava. Há fatos que comprovam que várias vezes ele atuou com o fantasma na peça “O fantasma da Opera”. O espetáculo conta a história de um espírito que vive abaixo de uma casa de ópera na Paris do século XIX. O protagonista se apaixona por Christine Daae, vocalista do concerto. Porém, a moça gosta de Raoul.  
 
Crânio roubado

Em comemoração aos 400 anos de sua morte, foi realizado uma vistoria em sua tumba, que fica localizada na Catedral Church of the Holy Trinity, realizada por meio de um radar. Para o espanto dos pesquisadores foi notado “uma estranha perturbação na extremidade da cabeça”. Os responsáveis pelo local declararam que não há comprovações suficientes para sustentar a hipótese de que o crânio foi roubado. Apesar das dúvidas, a direção não está disposta a abrir o túmulo visto que há uma antiga maldição.
 
Maldição no túmulo

O também conhecido como poeta nacional da Inglaterra teve uma morte precoce, aos 52 anos. A inscrição na sua lápide é ameaçadora: "bendito seja o homem que não incomode estas pedras. E que a maldição esteja com quem movimentar estes ossos". Todavia, em 2008, devido a passagem do tempo o túmulo precisou ser reformado. Ainda assim, a equipe garantiu que os restos mortais de Shakespeare não foram mexidos.

Romeu e Julieta, obra mais famosa de Shakespeare pode ter sido baseada em uma história real

Sabe-se que existiu uma família na Verona do século XIII com sobrenome Montecchio. Mesmo não podendo provar com veemência as ligação entre a família e a peça, a narrativa do amor proibido continua encantando leitores a gerações e sendo uma porta de entrada para as demais obras não tão conhecidas do poeta inglês.
 
 
 
 
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