26/09/2020 às 12h30min - Atualizada em 26/09/2020 às 12h22min

Criminosos são presos por falsificação de documentos no Sudeste

Presos acusados de estelionato majorado, pena aumentada pelo fato de ser em detrimento de entidade pública, e associação criminosa.

Ariel Vidal - Editor: Ronerson Pinheiro
PRF
Material apreendido com os suspeitos. Foto: PRF/Divulgação

Criminosos localizados em Estados do Sudeste foram presos por falsificação de identidades e captação de CPFs pela internet para receber o benefício do Auxílio Emergencial de forma indevida, o qual foi disponibilizado devido a pandemia do Covid-19. Em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro, quatro homens foram parados durante uma blitz, na Rio-Santos pois estavam em alta velocidade. Com os suspeitos foram encontrados documentos, como 15 cédulas de identidade sem preenchimento, uma mochila com diversos pen drives, notebook, monitor,
R$ 320 em dinheiro, sete celulares, além de 75 chips. 

Ao ser questionado um dos suspeitos confirmou contou que estava trabalhando com falsificação de cadastros para receber o benefício. De acordo com a Polícia Rodoviária Federals (PRF), os suspeitos foram presos por estelionato e desvio de dinheiro.
 
Em Minas Gerais, no município de Carmópolis de Minas, dois homens de 24 anos foram parados pela PRF. Na vistoria do veículo foram encontrados 10 aparelhos celulares, notebooks, e um caderno com listas de CPFs e datas de nascimento de  inúmeras vítimas. Além disso, os homens confirmaram que mais de R$ 8 mil reais foram embolsados, através do benefício concedido pelo Governo. Encaminhados à Polícia Federal em Divinópolis/MG, a dupla vai responder em liberdade.
 
De acordo com a PRF, os crimes eram feitos a partir dos chips. Os criminosos operavam um esquema pela internet de captura de CPFs e outros dados das vítimas. Após, cadastravam esses dados no aplicativo da Caixa Econômica Federal, para recebimento indevido do Auxílio Emergencial. 
 
Em São Paulo uma quadrilha foi presa em flagrante por policiais militares. Na operação 8 pessoas (seis homens e duas mulheres) foram autuadas pelos crimes de estelionato majorado (pena aumentada pelo fato de ser em detrimento de entidade pública) e associação criminosa. O local de atuação dos criminosos era uma chácara, chamada de “escritório do crime”, que está atualmente em análise da perícia. Os presos foram encaminhados para o Sistema Penitenciário, e se encontram à disposição da Justiça Federal. 

 


Casa usada como "escritório do crime". Foto: PRF/Divulgação.


Editora-chefe: Lavínia Carvalho. 

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