08/10/2021 às 10h46min - Atualizada em 08/10/2021 às 10h23min

Brasil vence Venezuela de virada e mantém aproveitamento de 100% nas Eliminatórias

Com desfalques importantes, a Seleção Brasileira sofreu para conseguir abrir o placar no primeiro tempo

Taynná Mayane - labdicasjornalismo.com
Brasil vence a Venezuela por 3 x 0(Foto: Lucas Figueiredo/Divulgação CBF)
Em Caracas, Brasil venceu a Venezuela com placar de 3 x 1 e permanece líder invicto nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2022. A última colocada na tabela, Seleção Venezuelana, começou ganhando a partida, que aconteceu nesta última quinta-feira (07), com gol de Eric Ramírez, mas a virada brasileira aconteceu no segundo tempo com gols de Marquinhos, Gabriel Barbosa e Antony.
 

Sem Casemiro, por causa de uma infecção no dente, e Neymar, que recebeu o terceiro cartão amarelo no jogo anterior e foi suspenso, o Brasil começou a partida de forma tímida e teve dificuldades para aumentar o ritmo para aproveitar melhor as chances de gol. Neymar estava presente e assistiu ao jogo no Estádio Olímpico. O confronto também foi marcado pela boa estreia de Raphinha na Seleção, o jogador participou de todas as três jogadas que resultaram em gol.

 

 PRIMEIRO TEMPO

 

A Seleção Brasileira, mesmo com posse de bola superior a 60%, teve dificuldades no primeiro momento da partida e aos dez minutos de jogo, com passe de Soteldo, Ramírez, sem dificuldades por causa do escorregão da marcação de Marquinhos e Fabinho, cabeceou e abriu o placar para a Venezuela.  Aos 17 minutos, apesar do lance estar impedido, Gabriel Jesus colocou para fora e perdeu uma oportunidade frente ao gol. Everton Ribeiro é mais um exemplo de quem estava de cara com o goleiro venezuelano e chutou na trave.

 

Com as melhores oportunidades da Seleção Brasileira pedidas facilmente, os primeiros 45 minutos foram marcados por escorregões de jogadores brasileiros, jogo lento e poucas finalizações perigosas das duas seleções. 

 

SEGUNDO TEMPO

 

Na volta do intervalo, houveram substituições dos dois lados, Mejías saiu para a entrada de Chancellor na Seleção Venezuelana, e no Brasil quem saiu foi o Everton Ribeiro para a estreia de Raphinha. O segundo momento da partida começou com uma Venezuela esperançosa para venceu mais uma vez; sua última vitória foi em junho contra o Peru, durante todo o torneio. Em contrapartida, o Brasil iniciou o primeiro minuto arriscando em um cruzamento perto da área para Raphinha que tentou chutar, mas perdeu a posse de bola.

 

A segunda chance brasileira veio aos 10 minutos em uma cobrança de falta do Paquetá e com Thiago Silva que cabeceou e marcou o gol em uma cobrança de falta, mas novamente a jogada estava impedida. Um pouco depois do lance, Tite substituiu o Paquetá pelo Vinicius Junior. Enquanto a Venezuela fazia mais duas alterações em seu time, com as saídas de Peñaranda e José Martínez chegadas de Bello e Castillo.

Os dois clubes continuaram  em busca do gol, mas foi o jogador estreante da noite que aos 25 minutos cobrou o escanteio para Marquinhos de cabeça colocar a bola no cantinho do gol. Depois do empate brasileiro, a Venezuela permaneceu na tentativa de virada, com boas chances perdidas bem próximo a área. Mas foi a Seleção Brasileira que em um contra ataque, Raphinha toca para o Vinicius Junior, que bateu para defesa do goleiro, no rebote, Gabriel Barbosa foi derrubado e sofreu o pênalti. O próprio Gabi cobra e marca o segundo gol do Brasil e sai do jejum de quase quatro meses sem balançar a rede pela Seleção. 

 

Apesar da posse de bola ser brasileira durante todo o confronto, o segundo tempo foi melhor aproveitado pelas duas seleções e deixou o jogo mais equilibrado, com maiores chances de gol. Antony, que havia entrado para substituir Gabriel Jesus, foi quem fez o terceiro para o Brasil no último minutos dos acréscimos.
 

PRÓXIMOS CONFRONTOS

 

No próximo domingo (10), a Seleção Brasileira viaja até Barraquilla para enfrentar, às 18h (Brasília), a Colômbia, quinta colocada da tabela. Já a Venezuela joga um pouco mais cedo, às 17h30 contra o terceiro colocado, Equador.

 

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